Concorda com a decisão da direcção do CAR de não aceitar a merecida promoção do clube à 3ª Divisão Nacional?

domingo, 18 de maio de 2008

Ainda da rotunda...

Nunca pensámos que fosse tão rápida a acção de quem tinha que agir, em relação à rotunda sul de Riachos. Metemos no blog e tau!
Vamos lá ver se foi por acaso ou se foi mesmo depois de termos alertado para este problema.
Um areal para joguinhos de bola? Arranja-se? Ou uma praiazinha....? Piscina?

sábado, 17 de maio de 2008

Assim sim!


O gado vivo na rotunda já não faz sentido, pois apenas uns dias depois de aparecerem por lá virtualmente, alguém decidiu dar a ordem necessária para que aquele erval todo desaparecesse dali.

É triste, pois o Chuck Norris, depois de visitar a rotunda, já tinha aceite gravar ali mais um filme da saga Desaparecido em Combate...

Mas pronto... paciência...


Pode ser que se instale ali uma fábrica de peças para semáforos...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Rotunda dos Bois

Podemos dizer que a nossa terra vai do 8 ao 80 ao longo da sua extensão. Ora, entrando em Riachos vindo da Golegã, damos de caras com uma rotunda reles, com montes de erva. Do outro lado, temos uma rotunda imponente com uma obra de arte que representa bem a nossa vila.


O Cardume vem por este meio sugerir algo nunca visto no mundo: uma nova rotunda de bois, mas desta vez com gado a sério!

Mais uma vez, o Cardume na linha da frente do pensamento!

Outra ideia é a de alguém com responsabilidades começar a pensar nalguma coisa de jeito para fazer naquele espaço, nem que seja meter ali cimento no chão, ou qualquer coisa...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Riachos Intemporal


Mais de oito dias passados desde a invasão de Torres Novas por habitantes riachenses, quisemos dar um tempo de arrefecimento às emoções e não escrever em cima do acontecimento. Isto dos blogues pode ter o defeito de se esperar que a coisa seja imediata, mas a reflexão do ser humano sobre as coisas leva o seu tempo, é inevitável. Escutámos alguns riachenses no dia seguinte e uns dias depois. Ficamos com a sensação que o “Riachos Intemporal” foi um grande espectáculo. Podiam os riachenses ser enganados pela emoção de ver outros riachenses no palco, mas mesmo sem ligação emocional à coisa, o espectador neutro não saiu defraudado. Ouvimos dizer que esta obra de arte iria ser repetida na Bênção do Gado, o que nos deixa algumas reservas… Se para muitos esta apresentação foi um dos pontos altos da afirmação riachense no campo das artes, repeti-la pode desvalorizar a coisa. Outro aspecto é o da dignidade do espectáculo em si. Reparemos nisto: a sala do Virgínia tem as condições todas para dignificar qualquer artista mundial, o palco da Bênção do Gado não. Por exemplo, no site de Pedro Barroso, este grande artista que põe a nossa terra a sonhar nos seus concertos, é referido que os seus “concertos sejam, sempre que possível, realizados em Salas, Auditórios, Cine-Teatros ou outros recintos cobertos. Em casos de recintos ao ar livre, deverão estar sempre salvaguardadas condições de dignidade e conforto tanto para os artistas como para o público.” Ora, no Virgínia, o público está comodamente sentado a ver um espectáculo de dança de cima para baixo. Já vi espectáculos de folclore assim e simplesmente adorei. Na Bênção do Gado não haverá condições para ver o espectáculo desta maneira. Aliás, haverá gente a comer e beber (muito) ao mesmo tempo e isso tira dignidade ao espectáculo, ao Rancho e a Riachos. Mas se a decisão for a de fazer o espectáculo na BG, lá estaremos para aplaudir de pé.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Zé dos Cornos



Não é de Riachos, mas podia ser... Se calhar encontrava freguesia...

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Ribatejo do meu coração

Vinha de Lisboa pelo caminho mais longe, mas mais belo e profundo. O Sol punha-se atrás de mim e dourava tudo à minha frente. Toiros na lezíria, à solta, a correr.


Parei no Toucinho, Almeirim, e comi uma sopa da pedra. Este restaurante é propriedade de João Simões, antiga glória dos forcados do Aposento da Moita, penso que familiar de alguns riachenses. Lá estava ele, alto e possante a servir um ribatejano esfomeado. Comi, sorri, paguei e vim para a mais bela terra do mundo.

domingo, 20 de abril de 2008

Derbe!


Para os que pensam que o derby foi na 4ª-feira passada, desenganem-se, pois o jogo do ano é hoje, às 16h, no Estádio Municipal de Torres Novas!


CD Torres Novas Vs CA Riachense


Vai Riacho!!!!


Toda a gente à bola!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Serviço informativacional

.
Se bem que não tenhamos recebido (ou percebido) muito bem a mistura light entre revolução dos cravos e revolução musical... achamos que é importante divulgar as acções culturais riachenses. É importante sublinhar que a revolução de Abril de 1974 foi marcada pela ausência de violência dos manifestantes, o que lhe dá um valor extremo. A humanidade dos portugueses veio ao de cima, manifestámos o verdadeiro sentido da liberdade. Devemos respeitar a memória dos que sairam à rua naquele dia, sujeitos a sabe-se lá o quê. A ditadura não estava na sua fase decadente, tudo mudou naquela 5ª-feira.
Mas, sermão à parte... pedimos desculpas por isto...


Parece que vai ser assim:



Mensagem electrónica que chegou até nós:


"E se em vez de militares, a revolução de 74 tivesse sido feita com músicos? Em vez de cravos, guitarras, baterias e teclados? Será que alguém atiraria com um baixo aos cornos dum inspector da PIDE? Sem sim, seria melhor um de quatro cordas ou um de cinco? São estas questões que passam ao lado dos portugueses, trinta e tal anos depois de uma meia revolução. CASA DO POVO DE RIACHOS, 21H Xtigma, Português Suave, Outros e a música seleccionada dos homens dos discos: Deejay Toxx, DJ Pedro Arruda, Dijei Zig Zag.

Rock on madafacares!!!

Todos estes artistas podem ser visitados nas suas interessantes páginas no domínio Myspace www.myspace.com/xtigmamusica
www.myspace.com/psuave
http://www.djpedroarruda/

(Quanto aos outros todos não quiseram fornecer os seus endereços sob forma de protesto face ao mau cheiro que se faz sentir em Riachos desde há muito tempo)

O reenvio deste mail serve para vos lembrar do evento. Assim o farei todas as quintas até dia 24 de Abril. Serve também para testar alguns riachenses que se queixam da falta de programação cultural. Por isso, espalhem a notícia. Depois vamos ver se as pessoas aderem em massa ou se ficam no café a discutir o marasmo cultural e a falar mal dos políticos. Afinal, estes não são mais que o espelho da população. Temos pena...


-- Luís Santos"

terça-feira, 8 de abril de 2008

Novidades sobre a Bênção

O Cardume descobriu algumas novidades acerca da Bênção... lá vai disto

Dia 20 de Julho vai acontecer um espectáculo chamado "Alma do Tejo", escrito e dirigido por Pedro Barroso.
Ópois no dia 25 Julho os Mesa (em Riachos há quem diga «menza»), que lá para o fim deste mês vão lançar o seu terceiro álbum vêm ao Riacho tocar umas modinhas.

Podem confirmar estas informações aqui e aqui.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Fome

Isto passou-se hoje à hora de almoço enquanto o Julio Magalhães espalhava o seu sotaquezinho do norte nos lares das donas de casa deste país:


(esgravatar esgravatar....)
Boa! Há pão!
Porra, está duro!

(cheirar, cheirar...)
Alho, cebolas, azeite, tomate... ... ... Ah! Isto dá um refogadinho....
Wok com elas!

(descongelar o quê?)
Frio! Frio! Que é isto? Uma posta de bacalhau? Uma rija e gelada puesta de bacalhauzito?
Tá lixada! Vais ver! Vais ver!
(uma gota de baba cai de um sorriso meio sádico, meio esganado com fome)

Cozi a posta de bacalhau da seguinte forma:
Posta congelada, deitada no fundo de um tacho, salpicada com sal, um fiozinho de azeite, um dente de alho esmagado, uma folha de louro. Água a ferver para cima disto tudo, até cobrir o bacalhau, tapando de imediato. Deixei assim uns 15 minutos e liguei o lume para aquecer novamente a água, mas nunca deixando ferver. Assim vão ver como fica muito mais saboroso!

Depois desfiei o bacalhauzito e meti-o no refogado juntamente com salsa e pimenta e mandei-lhes com umas mexidelas valentes. Piquei uns alhinhos e foram lá para dentro, mexi novamente e adicionei uma concha (daquelas de sopa) da água do bacalhau.

Retirei esta mistela para uma taça e no Wok esfarelei aquele pão duro que encontrei uns minutos antes lá na gaveta. Atirei-lhe com a pasta de bacalhau para cima e fui adicionando mais água de bacalhau até aquilo me parecer comestível.

Mexi! Mexi!

Pus a mesa, fui ao frigorífico buscar uma bejeca, e servi o meu prato!

Como já ouvi dizer aos velhotes da nossa terra: Parecia pedra!

Prometo fotos do almoço para verem o aspecto!