Concorda com a decisão da direcção do CAR de não aceitar a merecida promoção do clube à 3ª Divisão Nacional?
quarta-feira, 30 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Ribatejo do meu coração
domingo, 20 de abril de 2008
Derbe!
terça-feira, 15 de abril de 2008
Serviço informativacional
Se bem que não tenhamos recebido (ou percebido) muito bem a mistura light entre revolução dos cravos e revolução musical... achamos que é importante divulgar as acções culturais riachenses. É importante sublinhar que a revolução de Abril de 1974 foi marcada pela ausência de violência dos manifestantes, o que lhe dá um valor extremo. A humanidade dos portugueses veio ao de cima, manifestámos o verdadeiro sentido da liberdade. Devemos respeitar a memória dos que sairam à rua naquele dia, sujeitos a sabe-se lá o quê. A ditadura não estava na sua fase decadente, tudo mudou naquela 5ª-feira.
Mas, sermão à parte... pedimos desculpas por isto...
Parece que vai ser assim:

Mensagem electrónica que chegou até nós:
"E se em vez de militares, a revolução de 74 tivesse sido feita com músicos? Em vez de cravos, guitarras, baterias e teclados? Será que alguém atiraria com um baixo aos cornos dum inspector da PIDE? Sem sim, seria melhor um de quatro cordas ou um de cinco? São estas questões que passam ao lado dos portugueses, trinta e tal anos depois de uma meia revolução. CASA DO POVO DE RIACHOS, 21H Xtigma, Português Suave, Outros e a música seleccionada dos homens dos discos: Deejay Toxx, DJ Pedro Arruda, Dijei Zig Zag.
Rock on madafacares!!!
Todos estes artistas podem ser visitados nas suas interessantes páginas no domínio Myspace www.myspace.com/xtigmamusica
www.myspace.com/psuave
http://www.djpedroarruda/
(Quanto aos outros todos não quiseram fornecer os seus endereços sob forma de protesto face ao mau cheiro que se faz sentir em Riachos desde há muito tempo)
O reenvio deste mail serve para vos lembrar do evento. Assim o farei todas as quintas até dia 24 de Abril. Serve também para testar alguns riachenses que se queixam da falta de programação cultural. Por isso, espalhem a notícia. Depois vamos ver se as pessoas aderem em massa ou se ficam no café a discutir o marasmo cultural e a falar mal dos políticos. Afinal, estes não são mais que o espelho da população. Temos pena...
-- Luís Santos"
terça-feira, 8 de abril de 2008
Novidades sobre a Bênção
Dia 20 de Julho vai acontecer um espectáculo chamado "Alma do Tejo", escrito e dirigido por Pedro Barroso.
Ópois no dia 25 Julho os Mesa (em Riachos há quem diga «menza»), que lá para o fim deste mês vão lançar o seu terceiro álbum vêm ao Riacho tocar umas modinhas.
Podem confirmar estas informações aqui e aqui.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Fome
(esgravatar esgravatar....)
Boa! Há pão!
Porra, está duro!
(cheirar, cheirar...)
Alho, cebolas, azeite, tomate... ... ... Ah! Isto dá um refogadinho....
Wok com elas!
(descongelar o quê?)
Frio! Frio! Que é isto? Uma posta de bacalhau? Uma rija e gelada puesta de bacalhauzito?
Tá lixada! Vais ver! Vais ver!
(uma gota de baba cai de um sorriso meio sádico, meio esganado com fome)
Cozi a posta de bacalhau da seguinte forma:
Posta congelada, deitada no fundo de um tacho, salpicada com sal, um fiozinho de azeite, um dente de alho esmagado, uma folha de louro. Água a ferver para cima disto tudo, até cobrir o bacalhau, tapando de imediato. Deixei assim uns 15 minutos e liguei o lume para aquecer novamente a água, mas nunca deixando ferver. Assim vão ver como fica muito mais saboroso!
Depois desfiei o bacalhauzito e meti-o no refogado juntamente com salsa e pimenta e mandei-lhes com umas mexidelas valentes. Piquei uns alhinhos e foram lá para dentro, mexi novamente e adicionei uma concha (daquelas de sopa) da água do bacalhau.
Retirei esta mistela para uma taça e no Wok esfarelei aquele pão duro que encontrei uns minutos antes lá na gaveta. Atirei-lhe com a pasta de bacalhau para cima e fui adicionando mais água de bacalhau até aquilo me parecer comestível.
Mexi! Mexi!
Pus a mesa, fui ao frigorífico buscar uma bejeca, e servi o meu prato!
Como já ouvi dizer aos velhotes da nossa terra: Parecia pedra!
Prometo fotos do almoço para verem o aspecto!
quinta-feira, 27 de março de 2008
hortografia?
A foto abaixo foi tirada nas bombas de gasolina do EcoMarché da nossa vizinha Golegã. Dois erros ortográficos na mesma frase... miséria...
Não nos responsabilzamos pelo uso individo destas cenas tristes.
domingo, 16 de março de 2008
Vai buscar
sábado, 15 de março de 2008
Rio Almonda na 2
Isto não é bom.
Em anos que já lá vão, lembro-me de ver a água do rio Almonda, dependendo das descargas da Renova, cor-de-rosa, azul bebé, verde marinho... mais ou menos aquelas cores dos lencinhos do papel que estão nas prateleiras dos supermercados. Voltei a ver uma coloração do mesmo catálogo na Ribeira da Boa Água aquando da construção do Torreshoping (é aquela debaixo da pontezeca ao pé do Pita), sem contudo querermos associar o Shoping à poluição a não ser, como disse, em termos de datas.
Ora, voltando ao assunto do programa de TV, a ETAR de Riachos é pequena demais para o serviço que tem. Se os nossos vizinhos da Azinhaga afirmam que a mesma estação é fonte de altíssima poluição, nós só temos que acreditar. É que indo passear ao Domingo à tarde ao Jardim das Rosas, o que vemos é um espaço bastante feliz, quase de sonho, tendo em conta o passado do mesmo sítio. Crianças a brincar, cães a perseguir patos dentro de água (e o meu cão tem informações para dar sobre isto...), gente a pescar... Parece um rio com vida. Se formos rio abaixo, é cada vez mais deprimente até chegarmos ao Tejo... (E de pensar que vi o Marcelo Rebelo de Sousa a mergulhar no Tejo em Lisboa...)
A culpa: ETAR de Riachos e uma ou outra empresa que não deve ser difícil de detectar, isto porque não deve ser nenhuma loja de computadores, café, escritório, cabeleireiro, etc. mas uma daquelas grandes, muros altos, chaminés,...
Se a polícia consegue detectar uma gota de saliva num relvado qualquer, acho que uma descarga altamente poluente também não deve ser difícil de detectar.
Será que as autoridades tentam procurar estar impressões digitais (anti-)ecológicas?
Amigos, aquela história que se conta dos romanos que acharam um rio e por isso disseram "Rio acho" e não sei quê... se isso foi assim, parece que há gente a querer matar a nossa origem. O nosso post de ontem já falava de um cheiro nauseabundo em Riachos.
Dá vontade de não sei lá o quê!

