Concorda com a decisão da direcção do CAR de não aceitar a merecida promoção do clube à 3ª Divisão Nacional?
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Riachos em Festa
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Aqui jaz um "clipe"
Levantemos algumas questões: (para responder nos comentários)
1- De quem é a árvore?
2- Será que poderia ser evitada esta morte?
3- Foi feita alguma inspecção sobre o verdadeiro estado da árvore de modo a garantir a segurança dos transeuntes?
4- (Em caso de resposta negativa à questão anterior, pergunta-se:) Porquê? A quem cabe encomendar tal estudo de segurança?
O Cardume está no direito de sentir tristeza pela morte do eucalipto. No final da sua vida, deixou-nos um exemplo. No solo riachense, o mesmo onde o Senhor Jesus dos Lavradores esteve oculto durante séculos, o eucalipto morreu de pé, digno de uma árvore como deve de ser. Os seus ramos secam mortos, mas não caiem! Nós passamos lá sem olhar muito para ele, ignorando-o e ele ali, a morrer devagar. E agora, o que há a fazer?
O Cardume está no direito de sentir insegurança ao passar nos "clipes". O Cardume pede aos responsáveis que identifiquem o risco de queda do eucalipto e façam-no hoje. Ou será preciso alguém ficar lá debaixo?

quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Chico-espertismo em Riachos
Falemos de regras de trânsito. Não é preciso ser doutor em código da estrada para conhecer a regra da prioridade. De facto é muito mais simples quando respondemos, quais robots, às luzinhas coloridas dos semáforos. Mas quando não existem ou não funcionam, voltamos aos tempos remotos do respeito pelo outro e do cumprimento cívico. Dar prioridade à direita parece ser coisa de outros tempos. Parece que impera agora a regra da largueza, onde o veículo que circula na estrada mais larga tem prioridade...
Riachos tem uma história de semáforos um tanto ou quanto complicada, a começar pelo aparecimento desta sinalização luminosa. Passou tempo de mais, deram-se alguns acidentes muito graves, morreram algumas pessoas e muitos corações bateram muito forte em certas ocasiões. Entretanto, lá se dignaram a aparecer. Na variante nova estiveram desligados durante meses, o mesmo se passa agora no cruzamento do banco. Acontece que na variante, o incumprimento da regra da prioridade para quem circula à direita, poderia orgulhosamente ser atribuido aos forasteiros, nomeadamente torrejanos (eheh!). Agora amigos... Não há nada a fazer. O Chico-espertismo está mesmo instalado em Riachos!
Amigos riachenses: O Cardume está triste com esta situação e incita a uma melhor circulação na via pública, baseada no respeito pelo semelhante (somos riachenses, caraças!!!).
Para que fique esclarecido:
- Se o amigo vem do largo, tem de dar prioridade a quem vem do lado do Retornado! e Pilricho.
- Se o amigo vem da estação, tem de dar prioridade a quem vem do lado do Museu.
Pronto!
Quando nos reunimos para falar sobre a situação da vila, o ponto da ordem de trabalhos referente a isto era para nos queixarmos da avaria demorada dos semáforos. Mas em diálogo, percebemos que a mania da grandeza por parte de alguns riachenses é motivo de escândalo maior. Há coisas que os riachenses não fazem uns aos outros!
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Novos campos de acção
Como já perceberam temos um novo campo de acção que é o Hi5. Basicamente serve para levar ainda mais longe o nome da nossa terra e para que nos possamos encontrar de outra forma. O blogue continua a ser a nossa principal via de comunicação, mas o Hi5, sendo uma grande comunidade, pode muito bem ser um complemento.
Pedimos desculpa se foram contactados várias vezes para se juntarem ao nosso hi5 como amigos, mas é que fomos vários a fazer os convites e à página tantas já não sabiamos bem onde andavamos...
Outra forma de comunicarem connosco é através do Skype. Criámos uma conta com o nome "ocardumeriachos". Podem adicionar-nos se quiserem um chat connosco. Fica prometido para breve comunicação através de microfone!
Abraços!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Millennium Pacheco!
O Cardume falou nisso e o Millennium celebrou acordo com Café Pacheco! Acabou-se a longa coligação económica com a Ouro Negro Cafés em nome de maiores benefícios para os riachenses.
Parabéns por esta manobra!
A partir das 12h de hoje, já é possível comprar uma garrafa de 7 e 1/2 e bebê-la a prestações.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
lá em baixo ao banco...

sábado, 3 de novembro de 2007
Câmara Municipal de Torres Novas
Os tempos da rivalidade já lá vão! É tempo de dar as mãos aos torrejanos! Todos juntos vamos descobrir o verdadeiro responsável por tal destruição!
Acções do Cardume para minimizar alguns danos:
- Andamos em negociações com a Câmara para que as casas agrícolas riachenses ensinem os torrejanos a cultivar as suas hortas, mesmo à porta de casa, no sítio onde antes estacionavam os carros;
- Já pedimos orçamento numa loja de produtos de um país asiático para 3400 pares de botins;
- Andamos a reparar 7 barcos de madeira que outrora serviram na travessia para o Castelo de Almourol, para as cheias que poderão vir.
Mais ideias riachenses! Torres Novas precisa de ajuda!!!
(deixem as vossas sugestões nos comentários a este post)
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Cardume Renascido!!!

Para os que pensam que estivemos de férias ou que não quisemos saber do blogue para nada, aqui fica a nossa melhor explicação:
Encontrámo-nos no Largo, no banco mais próximo da farmácia. Bebemos um trago de vinho (de acordo com voltagem mínima permitida em Riachos – 14°) e lembrámo-nos de ir até Lisboa. Fizemos um picanço até ao ribeiro, eu e o Shagfest na vespa, o Dabommsinit e o Al-Boya na pasteleira. Ganharam os da bicicleta porque nós nos enganámos do caminho. Fomos para o lado de Torres Novas e os outros direito ao curso de água que cruza a nossa vila. Bem chegando lá, saltámos da ponte e descemos o riacho, por entre os caniçais e lama, passámos para o rio Almonda, raspando com as barbatanas nos pedregulhos e metendo a cabeça de fora para nos guiarmos. Chegámos ao Tejo e fomos até Lisboa para a desova. Inseminámos o que havia para inseminar e voltámos a casa.
Chegámos só agora porque a corrente do ribeiro estava um bocado forte e tinha uns obstáculos inesperados. Na foto, podeis ver o Bhati Al-Boya em apuros! Lá ao fundo estou eu a rir, mas não se nota. Lembrou-me de cenas em que ele era sempre o assaltado, mesmo se estivéssemos em grupo, ou quando jogávamos aos centros em terrenos lamacentos e ele apanhava as boladas todas no focinho. Azarado do caraças… mas é fish!
Mohammed Al-Bom-Ya
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Ode à feijoada!
Como referimos, a feijoada merece a elevação a Património da Humanidade. Para além da carne, feijão, batata, cenoura, cebola, couve,... estão anos e anos de História de Portugal, onde há mesa se decidiram regicídios, guerras com España, partidas para o desconhecido mar. Reza a lenda que Vasco da Gama comia sempre um cozido de carnes com feijão (feijoada?) antes de se meter na caravela. Outra estória nos diz que Pedro e Inês gostavam desse prato das gentes do campo.
Mas, para além dos passos históricos portugueses que a feijoada patrocinou, não poderemos falar na história de cada um de nós? Quem não amou a companhia da família e dos amigos enquanto comia uma feijoada? É isto, senhores e senhoras. A feijoada não é só a junção de uns quantos alimentos, mas o entrelaçar de amigos, de familiares, de mancebos, de camaradas das armas. Como fica perfeito o jantar dos antigos fundadores do clube disto ou daquilo com uma feijoada à mesa.
Como é óbvio, não estamos a brincar quando queremos exponenciar a feijoada. Já o dissemos no blogue e voltamos a dizê-lo: a feijoada não é um prato típico português, mas uma forma de estar na vida.
Vou almoçar!
Mohammed Al-Bom-Ya
(O meu almoço)
terça-feira, 24 de julho de 2007
Festa das cantadeiras – o mau, o bom e a saudade
Quando tentávamos chegar à casa das artes ou da cultura ou o que quer que lhe queiram chamar, para nós há-de ser sempre a Casa do Povo, tivemos que pôr à prova a nossa destreza para conseguirmos passar pela enorme lixeira que se vai acumulando ali junto dos caixotes do lixo. Começámos a ficar preocupados pois podíamos não conseguir entrar na Casa do Povo a tempo do início da festa, mas como começou com algum atraso lá vimos a coisa desde início.
Depois de tirarmos as cascas de ovo da camisa, folhas secas do cabelo e um resto de batatas fritas dos bolsos lá entrámos na Casa do Povo.
Como era a festa das Camponesas as senhoras lá cantaram (?) umas modinhas todas contentes… pensamos que a plateia também deve ter gostado.
De seguida veio uma série de momentos altos da tarde, os fados, interpretados por Célia Barroca, Manuel João Ferreira, Silvina Sá e Teresa Tapadas. Cada um dos fadistas cantou três temas.
A nossa conterrânea Célia Barroca teve alguns problemas devido ao som das guitarras que não se fazia ouvir, mas lá seguiu em frente com a sua actuação (o técnico de som era Pedro Neves).
Manuel João Ferreira subiu ao palco todo animado (segundo disse antes tinha estado a beber um abafadinho cá da terra) cantou em repleto de emoção os fados que lhe competiam. Note-se que o artista estava de tal modo o sentir as palavras que cantava que no final do primeiro tema por pouco não começou a chorar.
Silvina Sá e Teresa Tapadas foram as seguintes a mostrar o que de melhor fazem e lá cantaram a preceito os seus fados.
Pouco tempo depois foi tempo de encher o palco de folclore riachense com os Camponeses a actuarem. Como não podia deixar de ser o fandango foi dançado por vários membros do grupo, sem não antes Joaquim Santana lembrar o nome do maior fandanguista português, António Veríssimo. Que naquele mesma sala, naquele mesmo dia, há um ano atrás precisamente, tinha pela última vez, oferecido aos riachenses o seu inesquecível bailado. Todos os presentes na plateia e no palco fizeram questão de oferecer um longo, sentido e saudoso aplauso em memória do bailador. A cada palma que se ouvia podíamos transformar aquele som no suave toque dos sapatos de Veríssimo e de lágrimas nos olhos recordar esse grande homem, e sentir ao mesmo tempo orgulho e saudade por já o termos visto dançar inúmeras vezes.