Concorda com a decisão da direcção do CAR de não aceitar a merecida promoção do clube à 3ª Divisão Nacional?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Artistas da Festa

Caros riacheiros e riacheiras, temos o prazer de anunciar em primeira mão que Festa da Bênção do Gado já tem alguns dos artistas, que vêm animar o bailarico cá da terra, contratados.

Então, como há 4 anos atrás, Jorge Palma vai voltar a vir tocar umas modinhas, desta vez acompanhado pela sua banda, Os Destemidos. Se na última edição o concerto foi excelente, este ano não esperamos menos. A sua actuação está marcada para o dia 27, depois da sua performance deve haver fogo de artifício.

O outro nome que para já podemos divulgar são os Sean Riley & The Slowriders. São três senhores, vindos de Coimbra, que dão forma assim qualquer coisa do género de uma mistura de rock, folk e blues. Sean Riley toca guitarra e canta, os Slowriders, Bruno Simões (baixo e guitarra) e Filipe Costa (órgão, realejo e bateria), acompanham cada palavra das músicas com melodias deliciosas e envolventes. Toda esta química faz com que se consigam identificar algumas das influências que os moldam, Bob Dylan, Leonard Cohen ou Tim Buckley são alguns exemplos.

Aqui fica "Moving on", single de apresentação do álbum "Farewell"...



... do outro artista não vale a pena deixar nenhum vídeo, já toda a gente sabe quem é e conhece as suas músicas.

O Cardume sabe também de outra banda que vem da terra dos estudantes, mas para já não a divulga.

Quem quiser confirmar estas datas é só clicar aqui e aqui.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Riachos no Estrangeiro

Para saber a quantas andamos, gostamos de ir regularmente ao YouTube e aos videos do Sapo e pesquisar com a palavra Riachos. Para além de passeios BTT do G18, que estão na linha da frente nestes sites de videos, encontrámos esta semana um grupo folclórico que se diz apadrinhado pelos noss'"Os Camponeses". Usam algumas das músicas de Riachos e os trajes são semelhantes.
Não temos nada contra o facto de copiarem grupos portugueses, percebemos que vem claramente da necessidade do povo emigrante estar ligado às coisas da terra. Há inúmeros grupos desses onde quer que haja comunidades portuguesas.

Ah, só mais uma coisa: o fandango deles é diferente. A imagem de marca do nosso rancho não emigrou.

Podemos visitar o seu site: http://www.acpv.unblog.fr/
O seu perfil no Hi5: http://lezirias-do-ribatejo.hi5.com/
Ou ver o filme que encontrámos no YouTube:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Tigres em Azambuja, Leões em Riachos

Caros riachenses,

A notícia que abriu telejornais aqui há uns dias atrás, em Riachos não é lá grande notícia. Há um tempo atrás, ainda antes da Caixa Agrícola ter feito obras no Largo da Igreja Velha (nada contra o Sr. Serôdio por esta nomenclatura, mas gostamos de falar assim...) apareceram leões em Riachos. Pois é!

Só que os riachenses não se acagaçaram e chamaram a TVI, nem a polícia, nem a guarda, nem o raio-que-o-parta! Quem viu a leonagem ignorou-a de tal modo que os bichos foram embora, de volta à vidinha selvagem deles.... Diz que foram para os lados de Salvaterra ou Samora Correia, ou coisa que os valha.




Fotos que comprovam:


domingo, 3 de fevereiro de 2008

Cê tê tê...

Como gostamos de referir, Riachos é uma terra agrícola. Como terra que pertence às sortes do campo é essencialmente ecológica e não pode nunca não o ser.
Protestamos sempre contra quem esfaqueia o ambiente porque dependemos da sua saúde. Lixo espalhado pelo chão é sangue ambiental que se perde para sempre.
Tomamos a iniciativa de denunciar o seguinte crime ambiental: um dos carteiros, serventes na nossa vila, é calão. Temos pena, mas é verdade. A calanzice do rapazola afecta-nos a todos e nós a ver os passarinhos a voar...
Concretizando a nossa acusação: o senhor carteiro anda naquelas carrinhas do estilo Renault Express. Certo dia, vi que ele tinha a dita cuja parada no meio da estrada, motor a trabalhar e eu a querer passar. Entrou dentro do veículo e andou uns metros desviando-se de mim e dando-me passagem. Saíu novamente do carro com a papelada na mão, qual carteiro atarefado. Enfiou aquilo tudo em duas caixas do correio e entrou novamente no carro, andou uns metros... saíu... entrou... andou uns metros... saíu... entrou... Fiquei a olhar para ele e fez a rua toda assim!
"Porra! Pensava que para ser carteiro era preciso ser mais ou menos inteligente..." - saiu-me em voz alta. "Não é que o senhor carteiro está a fazer a rua toda assim?"

Será que somos só nós a achar que uma motoreta ou uma bicicleta seriam mais ecológicos e económicos do que um carro? Às tantas ainda os sêlos baixavam de preço se aquele palhaço decidisse dar um bocadinho à perna.

Comentem e ajudem-nos a encontrar soluções para esta miséria.

Resultados da Votação


Ora bem, os resultados parecem não deixar grandes dúvidas acerca desta nova lei do tabaco.

Os nossos leitores concordam com a proibição do fumo, mas há que ter em atenção outros pontos de vista. Anteriormente, um não-fumador ainda se podia queixar numa esplanada ou numa paragem. Agora é mais complicado, porque um fumador inveterado, sentindo-se perseguido por esta lei, não vai apagar o seu cigarrinho quando estiver na esplanada do Relógio.

Pedimos sensibilidade e bom senso a todos os riachenses. Guardem os vossos ressentimentos para com pessoas de outras terras.

Cumprimentos!

sábado, 26 de janeiro de 2008

Há coisas esquisitas, não há?

Noite escura e gelada, Inverno completamente assumido.

Sem saber bem porquê tive que fazer várias viagens entre Riachos e Torres Novas e a cada vez que passava ao Raposo, ainda no tempo em que o Artur não tinha a loja de computadores nem tão pouco havia ali a rotunda dos bois, era mandado parar pelos amigos da guarda. Quando um gajo é mandado parar uma vez, até que se compreende o trabalho dos senhores guardas, da autoridade que têm em nome de uma melhor organização social. À segunda começamos a achar que talvez seja lapso ou que estejam mesmo à procura de algo importante ou apenas a cumprir ordens. À terceira já é excesso de zelo. A partir daí vi que o senhor guarda era um ilustre riachense chamado P. Neves.



Acordei logo.


Livra! Há sonhos do caraças!...

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

15 passos


15 passos é a distância que separa o que resta do clipe e o caixote do lixo que está logo ali do outro lado da estrada. Acho que consigo encontrar várias palavras para descrever quem tenha tomado esta iniciativa: estúpido, imbecil, parvalhão, otário, vacão, lavajão, javardo, barrão...

Imagino o momento em que este sujeito teve de tomar a dificil decisão sobre o que fazer com os galhos.

Depois de cuidar da sua plantação, pega nos galhos e, ali no passeio, quase encostado à paragem do TUT dos clipes, olha para o outro lado da estrada e vê o contentor do lixo, verde, grande, feio e mal-cheiroso, está a sete passos e meio de o alcançar. De repente olha para trás e vê o que ainda resta da cremação do clipe, preto, sem vida, à espera que alguém ateie o lume de novo para acabar definitivamente com a sua existência. Ora obviamente que entre estas duas possibilidades, as pessoas normais arriscariam atravessar a estrada (mesmo em hora de ponta dá para fazer sem qualquer perigo desde que se cumpram as regras básicas do atravessamento da faixa de rodagem) e despejar a porcaria dos ramos no contentor. Mas esta mente iluminada pensou (se é que o consegue fazer) que é bem melhor fazer um montinho de lixo encostado ao que resta do clipe e esperar que alguém acabe com aquela miséria.

Parece que não bastam os dias sem fim que os contentores estão a transbordar lixo, há quem faça questão em tornar o lixo pelo chão uma imagem de marca de Riachos.

Haja respeito.

P.S.: este já não é o primeiro monte de lixo que alguém decide deixar junto ao clipe, nós, cardumenses, vimos por lá um pneu... alguns dias depois o clipe voltou a ser incendiado e o pneu desapareceu, queimado presume-se.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Tragédia no 43 / Escola Básica insegura

Noite de Sexta para Sábado.
Meia-noite, meia-noite e picos talvez, um anexo da casa n.º 43 da Rua Dr. Rivotti começa a ser atacado pelo fogo. Aquele barracão, vigado em madeiras já não muito novas, depressa se transforma num barril de pólvora e CABUUUMMM!!!! Explode qualquer coisa lá dentro. Entretanto, riachenses de todos os pontos da terra, quais portugueses sedentos de espectacularidade mórbida, acorrem ao local para ver a desgraça de perto. Quando a grande enchente se encontra ali, já a rua havia sido cortada nas extremidades e carros de bombeiros lutavam contra aquilo. "Foi um barril de gasolina!" disse um mirone. "Foi uma bilha de gás qu'arrebentou!" Entretanto, Nuno Jorge, um dos vizinhos que incansavelmente ajudava os bombeiros afirma ter sido uma motorizada, mas sem grandes danos aparentes para a sua casa. Ficámos também a saber por outros vizinhos que aquela família tem uma sala que faz parede com o barracão ardido, local onde convivem regularmente. Esta explosão podia ter tido danos incalculáveis.
No meio de tudo, damos graças por ninguém se ter magoado.

O Cardume está com os lesados.

-------------------------------

Ao mesmo tempo, ou talvez um bocadinho antes, alguns pais riachenses com as suas criancinhas, protestando contra o Governo e contra a Câmara Municipal de Torres Novas, juntavam-se em frente à escola, reivindicando mais segurança para os seus filhos. Que mais básico se pode pedir a uma escola de meninos tão pequenos? Não pediam quadros interactivos, computadores portáteis nem cadeiras almofadadas, mas segurança! Que os nossos filhos estejam a salvo de brincadeiras que os possam magoar, sendo vigiados por gente competente. Que as crianças não vivam o abandono dos que têm a mão na massa para fazer algo por elas. Que os pequenitos tenham o que merecem e pronto!

domingo, 6 de janeiro de 2008

Lei 37/2007, 14 de Agosto

Segundo algumas entrevistas, reconhecemos que não tantas quanto gostaríamos, a nova lei do tabaco tem uma grande classe defensora em Riachos. Falamos das mães riachenses.
Diálogo muito comum em vários lares até ao dia 31 de Dezembro de 2007:


(mãe) __ Hmmm… que cheiro é esse?
(filho) __ Qual cheiro?!
(mãe) __ A tabaco!! Isso impesta o teu quarto, o meu, a sala, a marquise, a casa de banho, o quintal e o galinheiro!
(filho) __ Ah!... Isso….pois… tive ontem no café e aquilo é um fumo que não se pode! Sabes como é…
(mãe) __ Andas a fumar?!
(filho) __ EU?!?! Claro que não! Eu até sou contra! Já disse, basta entrar no café para ficar logo a cheirar a essa porcaria… … …
SILÊNCIO
(mãe)__ Vá… Vai pôr a mesa.

Agora, cheirar a tabaco, para as mães riachenses, começa a exigir outro tipo de explicações. Os nossos adolescentes vão ter que se arranjar para outro lado, porque a lei está contra eles! Ah, pois é!
Para os graúdos: achamos que, se ainda davam desculpas destas aos vossos pais, já lhes deviam ter contado que fumavam ou então já deviam ter deixado esse vício/prazer de parte. Só faz mal! É que beber vinho, por exemplo, tem vantagens e desvantagens (assim como a cerveja, café ou outras bebidas). Mas o tabaquito… esse não tem nada mesmo a favor.


O Cardume convida os riachenses a experimentar viver sem tabaco! Não nos levem a mal, por favor. Há alguns fumadores que vêem esta lei do tabaco como um ataque à sua liberdade, mas nós aproveitamos para nos desintoxicarmos (alguns de nós têm o vício…). Coragem!

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Feliz Ano Novo!

A todos os nossos leitores desejamos um fantástico ano 2008!

Que não caiam eucaliptos, que haja festa rija, que nasçam bebés riachenses, que o CAR ganhe ao Desportivo de TN, que chova dinheiro, que quem trabalha lentamente no posto médico se reforme (...), que sejam felizes, que bebam muito vinho moderadamente, que cultivem os vossos quintais, que andem a pé ou de bicicleta, que os homens usem bigode, que as mulheres usem decotes, que as crianças brinquem às touradas, que sejam bons vizinhos, que façam exercício físico, que admirem pelo menos 7 vezes o pôr-do-sol, que o ar seja respirável e que, por amor de Deus, tenham cuidado com aquelas pessoas que cumprimentam os outros com a mão morta...